RSS CODEVAT - Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari Notícias de CODEVAT - Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari Sun, 18 Nov 2018 09:04:38 -0200 Sun, 18 Nov 2018 09:04:38 -0200 Zend_Feed_Writer 1.12.11 (http://framework.zend.com) http://codevat.org.br/rss CODEVAT 27 ANOS Tue, 13 Nov 2018 14:36:04 -0200 http://codevat.org.br/noticia/visualizar/id/250/?codevat-27-anos.html http://codevat.org.br/noticia/visualizar/id/250/?codevat-27-anos.html ]]> ANTT confirma data do leilão da Rodovia da Integração Sul Thu, 18 Oct 2018 15:31:35 -0300 http://codevat.org.br/noticia/visualizar/id/249/?antt-confirma-data-do-leilao-da-rodovia-da-integracao-sul.html http://codevat.org.br/noticia/visualizar/id/249/?antt-confirma-data-do-leilao-da-rodovia-da-integracao-sul.html A Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT) confirmou a data para realização do leilão de concessão da Rodovia da Integração Sul, formada por trechos das BRs 101, 290, 386 e 448, perfazendo 473,4 quilômetros de extensão. Será no dia 1º de novembro, em São Paulo. Conforme a presidente do Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari (Codevat), Cíntia Agostini, seis empresas estão credenciadas para disputar o certame.

“São seis interessados entre consórcios e empresas, inclusive, empreendimentos do exterior, novidade desta concessão”, revela. A BR-386 passará a contar com quatro praças de pedágio: Montenegro, Victor Gräff e duas no Vale do Taquari — Fontoura Xavier e na divisa entre Fazenda Vilanova e Paverama.

“Definido o vencedor do leilão, em fevereiro de 2019 devem iniciar as obras de construção das novas praças de pedágio. A partir daí, dentro de um ano, ou seja, fevereiro de 2020, começa a cobrança de pedágio”, explica Cíntia. O indexador da tarifa está fixado em R$ 7,24. “O leilão vai avaliar os lances a partir deste valor para baixo. Vencerá a empresa que oferecer o menor valor”, esclarece a presidente do Codevat.

A duplicação da BR-386, no sentido capital/interior a partir de Lajeado, está programada para começar em 2023. “O primeiro ano de pedagiamento será destinado a conservação das estradas. A partir do terceiro ano, em 2023, começará a obra de duplicação do trecho entre Lajeado e Marques de Souza. Concluída esta etapa, será a vez do trecho Soledade/Fontoura Xavier, e dai por diante”, comenta.

O edital prevê a concessão dos trechos pelo período de 30 anos. 

]]>
Consulta Popular 2018 Tue, 26 Jun 2018 13:18:40 -0300 http://codevat.org.br/noticia/visualizar/id/248/?consulta-popular-2018.html http://codevat.org.br/noticia/visualizar/id/248/?consulta-popular-2018.html É hoje! Ajude a escolher as prioridades do Vale!

Formas de votação:
1ª: Pelo site www.consultapopular.rs.gov.br - votação das 7h do dia 26/06 até às 23h59min do dia 28/06;
2ª: Pelas urnas disponibilizadas pelo CODEVAT (aplicativo offline) - votação a partir das 7h do dia 26/06 até às 23h59min do dia 27/06;
3: Votação por SMS (gratuito): mandar um SMS para 27902 com a sequência RSVOTO#títulodeeleitor#nº do programa - votação das 7h do dia 26/06 até às 23h59min do dia 28/06.

O desenvolvimento do Vale do Taquari começa por você!!!

]]>
Comunicado Oficial - Risco de Emergência Sanitária Tue, 29 May 2018 16:40:05 -0300 http://codevat.org.br/noticia/visualizar/id/247/?comunicado-oficial---risco-de-emergencia-sanitaria.html http://codevat.org.br/noticia/visualizar/id/247/?comunicado-oficial---risco-de-emergencia-sanitaria.html parados ou bloqueados em diversos pontos do Rio Grande do Sul, um grupo de entidades do Vale do Taquari
reuniu-se na tarde desta terça-feira para discutir saídas para esta crise.
Considerando:
- Que existe hoje em campo, nos Vales do Taquari e Serra:
- 42 milhões de frangos
- 960 mil suínos
- 950 mil litros de leite produzidos por dia
- Que estes animais são propriedade de 5.800 famílias de produtores rurais;
- Que 3 milhões de frangos já estão sem alimento;
- Que 72 horas, contando desta terça-feira (29/5), é o prazo para que os frangos e suínos comecem a morrer
ou a praticar canibalismo;
- Que não haverá logística nem estrutura para o descarte desta quantidade de carcaças;
- Que uma mortandade neste volume acarreta risco sanitário de grandes proporções para a saúde humana,
risco de poluição de lençóis freáticos, cursos d´água e terras;
- Que as indústrias que processam estes itens empregam cerca de 9 mil funcionários;
- Que as indústrias de aves e suínos já estão com atividades paralisadas e que as indústria de leite deverão
parar por falta de insumos nas próximas 24 horas, contando desta terça-feira, 29/5.
As entidades decidem:
- Manifestar publicamente sua preocupação com a situação iminente de emergência sanitária a instalar-se
em toda a região nas próximas horas se a logística não for restabelecida;
- Manifestar sua contrariedade com a manutenção dos bloqueios, em especial aos veículos transportadores
de ração e insumos para animais;
- Solicitar aos organizadores que desbloqueiem imediatamente as vias interrompidas e/ou permitam a
passagem ou saída dos veículos;
- Afirmar sua inconformidade com as perdas irreversíveis já ocorridas, que prejudicam milhares de famílias
na região e que gerarão impactos negativos ainda não dimensionados.
Como um dos principais polos produtores de alimentos do país, as entidades do Vale do Taquari reforçam
seu convicção de que, se a atual situação se mantiver, poderá estar sendo gerada uma situação de
emergência sanitária sem precedentes e com consequências e dimensão desconhecidas na história do Rio
Grande do Sul.
Assinam as entidades:
Amvat – Associação dos Municípios do Vale do Taquari
Codevat – Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari
Consisa – Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Taquari
Sindicato dos Trabalhadores Rurais
Emater RS
Codeter – Colegiado do Desenvolvimento Territorial do Vale do Taquari


Lajeado, 29 de maio de 2018.]]>
Reuniões Microrregionais da Consulta Popular - Orçamento 2019 Fri, 11 May 2018 15:37:59 -0300 http://codevat.org.br/noticia/visualizar/id/246/?reunioes-microrregionais-da-consulta-popular---orcamento-2019.html http://codevat.org.br/noticia/visualizar/id/246/?reunioes-microrregionais-da-consulta-popular---orcamento-2019.html Durante esta semana, aconteceram as três primeiras reuniões microrregionais da Consulta Popular. 
Na segunda (07), Doutor Ricardo sediou a primeira reunião, que contou com a presença de 59 pessoas que representaram a microrregião 6: Nova Bréscia, Coqueiro Baixo, Relvado, Doutor Ricardo, Anta Gorda, Putinga, Ilópolis e Arvorezinha. Na reunião foram apresentados sugestões de projetos em diversas áreas, e destes foram escolhidos os 5 que serão apresentados na Assembleia Ampliada no dia 29 de maio, que definirá os projetos que irão para a cédula de votação: Videomonitoramento e cercamento eletrônico; Programa de apoio e ampliação da infraestrutura rural; Implantação de espaços pedagógicos que favoreçam a aprendizagem; Apoio ao desenvolvimento da agricultura familiar e Reaparelhamento dos Órgãos de Segurança. Também foram definidos os delegados, que terão direito a voto na Assembleia Ampliada: Valdinei Rosa, Alvaro Giacobbo e Rogemir Civa.
Na quarta (09), durante a tarde Encantado sediou a reunião da microrregião 5, que contou com 33 pessoas dos seguintes municípios: Encantado, Roca Sales, Muçum, Vespasiano Corrêa e Dois Lajeados. Dos projetos apresentados, os 5 que serão levados a Assembleia são: Reaparelhamento dos Órgãos de Segurança; Programa de apoio e ampliação da infraestrutura rural; Apoio ao desenvolvimento da agricultura familiar; Cadeias produtivas e fomento agropecuário (Suinocultura) e Ampliação, reforma e aquisição de equipamentos para os Hospitais do Vale do Taquari. Celito Turatti foi eleito delegado desta microrregião. 
À noite, reuniram-se na Câmara de Vereadores de Estrela, 46 pessoas vindas dos municípios de Estrela, Teutônia, Poço das Antas, Westfália, Colinas e Imigrante para a reunião da microrregião 2. Foram apresentados 5 projetos que irão ser apresentados no dia 29 de maio: Implantação de espaços pedagógicos que favoreçam a aprendizagem; Plano estadual de Saneamento Básico; Reaparelhamento dos Órgãos de Segurança; Apoio ao desenvolvimento da agricultura familiar e Ampliação, reforma e aquisição de equipamentos para os Hospitais do Vale do Taquari. Nesta reunião foram escolhidos Edinéia Welter e Paulo Cezar Sulzbach como delegados da microrregião.

As próximas reuniões acontecem na próxima semana, conforme agenda:
- 14/05, às 19h na Escola Ana Neri em Marques de Souza (Microrregião 4)
- 15/05, às 09h na Escola Guararapes em Arroio do Meio (Microrregião 3)
- 18/05, às 09h no Auditório da Prefeitura de Fazenda Vilanova (Microrregião 1)

]]>
Boas Festas!!! Fri, 22 Dec 2017 09:37:56 -0200 http://codevat.org.br/noticia/visualizar/id/245/?boas-festas.html http://codevat.org.br/noticia/visualizar/id/245/?boas-festas.html ]]> Apresentação AMTURVALES Tue, 07 Nov 2017 11:49:36 -0200 http://codevat.org.br/noticia/visualizar/id/244/?apresentacao-amturvales.html http://codevat.org.br/noticia/visualizar/id/244/?apresentacao-amturvales.html
Os desafios para o desenvolvimento do turismo na região foram debatidos em evento realizado ontem à tarde, no auditório do bloco 11 da Univates. O local foi palco de assembleia geral da Amturvales, onde foi apresentado o diagnóstico regional do setor, seguido por edição do debate Pensar o Vale sobre o tema.

Promovido pelo A Hora, o debate reuniu representantes do poder público, empresários e estudiosos para discutir os iniciativas capazes de transformar o Vale do Taquari em um polo de atração de turistas. Mediador do painel, o diretor de Conteúdo do A Hora, Fernando Weiss, iniciou as discussões fazendo a leitura de um documento publicado pela Amturvales em 1997.

“Na época, já se falava sobre o potencial da região para o turismo, mas pouco avançamos”, ressalta. Mestre em Turismo pela UCS, a consultora do Sebrae Regina Cardona, lembra que não existem fórmulas prontas para o setor deslanchar, mas destaca a necessidade de unir os diferentes atores.

Precisamos definir quais desses empreendedores e municípios estão realmente dispostos a participar desse projeto.” – Rafael Fontana, Presidente da Amturvales

“O turismo depende da parceria entre empresas e entre o poder público e o setor privado”, resumiu. Para ela, o associativismo é uma das possibilidades interessantes diante das características regionais, e os municípios precisam comprar a ideia de desenvolver o segmento.

Regina cita o diagnóstico da Amturvales para destacar a existência de 16 agências interessadas em trabalhar com a recepção de turistas na região e ressalta a necessidade de pensar ações diretamente com essas empresas.

Além disso, destaca o grande número de eventos realizados no Vale, 196 no total. “Todos precisam passar por análise para saber o potencial para o turismo, mas para isso é preciso fazer a ligação com as agências de viagens para vender a região”.

Para Regina, é preciso aproveitar o destino turístico de forma inteligente, o que inclui a organização dos produtos, serviços e a venda de roteiros da região. Para ele, a Amturvales pode cumprir o papel de incentivar todo esse processo.

Retomada do prestígio
Presidente da Amturvales, Rafael Fontana reforça a necessidade de ampliar o número de empresas e municípios filiados à organização. Hoje, dos 37 municípios do Vale do Taquari, apenas 15 e mais 15 empresas privadas integram a associação.

“Precisamos definir quais desses empreendedores e municípios estão realmente dispostos a participar desse projeto”, alerta. Lembra que esse trabalho não está sendo iniciado do zero. Segundo ele, nestes últimos 20 anos, empreendedores investiram na construção de roteiros que atraem visitantes regularmente.

Só no ano passado, aponta, 57 mil pessoas passaram pelos roteiros turísticos da região. “Mesmo assim, precisamos estabelecer estratégias para crescer”, ressalta. Para isso, afirma, é preciso definir quais metas serão perseguidas, e monitorar os resultados.

“A Amturvales liderará esse trabalho”, assegura. Para Fontana, ao longo dos anos, a entidade dispendeu muito tempo discutindo ideias que não foram efetivadas. Afirma que, independente do projeto a ser realizado, é necessário estruturar e organizar a atividade.

Empresário do setor hoteleiro, Cristian Locatelli ressalta que a gestão do setor deve ser realizada com base em números. Lembra que os hotéis de Lajeado e arredores têm como cliente característico a pessoa que vem fazer negócios, seja no Vale ou em regiões próximas, como a Serra Gaúcha, o Vale do Rio Pardo e a Região Metropolitana.

“Por termos hospital, universidade, eventos, agricultura, indústria e comércio forte, recebemos muitos assistentes técnicos, vendedores, professores e consultores que não vêm para passear”, relata. Para Locatelli, além do pouco tempo livre para passeios, esses clientes ainda têm poucas informações sobre roteiros e serviços.

Informações integradas
De acordo com Locatelli, hoje os empreendedores do setor se sentem inseguros no momento de passar informações sobre o turismo regional. Segundo ele, ainda existe um desconhecimento sobre quais locais ficam abertos, e em quais horários, e sobre a infraestrutura existente em cada destino.

“Para mudar isso, não podemos enxergar apenas Lajeado, e precisamos de treinamento”, ressalta. Conforme Fontana, o trabalho de diagnóstico da região serve justamente para fornecer essas informações. Porém, reforça a necessidade de definir quais empreendedores estão dispostos a se engajar em um projeto para o setor.

O turismo depende da parceria entre empresas e entre o poder público e o setor privado.” – Regina Cardona, Consultora do Sebrae

“Precisamos qualificar as pessoas dos hotéis e restaurantes para oferecer esses destinos”, reforça. Para o presidente da Amturvales, o turismo de eventos também pode ser uma solução para ampliar a visitação regional. Lembra que hoje existe um calendário anual de eventos, mas não de forma detalhada. Segundo ele, a partir do plano regional, será possível aprofundar o calendário e ampliar as informações disponíveis aos visitantes.

Recursos para o setor
Prefeito de Muçum, Lourival Seixas falou sobre a dificuldade dos municípios pequenos em obter verbas para o turismo, ou mesmo justificar investimentos no setor.

“É triste ver que estamos entre 15 prefeitos, se a Amturvales beneficia toda a região e somos 37 municípios”, lamenta. Segundo Seixas, entre 2013 e 2014, a região apostou demais no trem turístico, que acabou não se concretizando, enquanto outros atrativos ficaram para trás.

O prefeito afirma que a população aguarda por investimentos do poder público, mas que lojistas, donos de restaurantes e hotéis também precisam cumprir seu papel nesse processo. “Os empreendedores precisam procurar mais os prefeitos.”

Conforme Seixas, a integração entre os municípios é difícil, mas o trabalho da gestão atual é capaz de retomar a credibilidade da Amturvales, facilitando a aproximação entre os gestores públicos. “Vamos chegar ao ponto que queremos, mas para isso cada município precisa levar essas ideias para seus moradores”, acredita.

É triste ver que estamos entre 15 prefeitos, se a Amturvales beneficia toda a região e somos 37 municípios.” – Lourival Seixas, Prefeito de Muçum

Regina falou sobre a existência do Fumtur, fundo que pode ser criado para o desenvolvimento do turismo. Conforme ela, nos locais onde o fundo está instituído, um percentual pequeno do que é pago por clientes de restaurantes, hotéis e demais serviços é destinado para o Funtur, e os recursos geridos pelo Conselho do Turismo.

“Precisamos acreditar no setor, mas para isso é preciso de recursos”, aponta. Para a consultora do Sebrae, os municípios costumam se equivocar ao usar como modelo a cidade de Gramado. Lembra que o tipo de turismo desenvolvido no município da Serra Gaúcha é de massa, portanto, predatório.

Segundo ela, o modelo mais adequado para o Vale do Taquari é o desenvolvido no Vale dos Vinhedos, com viés comunitário.

Simplicidade e hospitalidade
Idealizador do Passeios da Colônia, Alício de Assunção falou sobre o projeto que colocou a região no mapa dos roteiros turísticos para caminhadas. Segundo ele, a iniciativa nasceu em 2011, em Marques de Souza. “Estava em casa, tomando chimarrão, quando vi um grupo de pessoas caminhando sem objetivo. A partir daí surgiu a ideia de fazer um roteiro.”

Após um início tímido, o Passeios da Colônia cresceu. Desde o surgimento do projeto, foram 96 caminhadas por 167 localidades.

“As pessoas são atraídas pelo encantamento das coisas simples do interior”, resume. Hoje, a venda dos passeios ocorre mais pelas redes sociais, e cerca de 80% das pessoas que participam de um evento acabam retornando. Além disso, o trabalho também ajuda a elevar a autoestima de comunidades antes esquecidas.

Precisamos qualificar as pessoas dos hotéis e restaurantes para oferecer esses destinos.” – Cristian Locatelli, Empreendedor

Proprietária de uma agência de turismo, Tatiane Gärtner acredita que o Vale precisa enaltecer uma característica para se vender. Para ela, o diferencial é a hospitalidade.

“Nossos empreendedores atendem o turista como uma pessoa especial, pois não temos turismo em massa”, reforça. Tatiana trabalha com turismo receptivo faz sete anos, mas alega ser impossível sobreviver somente com essa modalidade no contexto atual.

“Um dia isso acontecerá”, acredita. Para tanto, reitera a importância do diagnóstico sobre o turismo. Segundo ela, será possível determinar a capacidade de receber os visitantes, seja nos hotéis, ou mesmo de quantidade de guias disponíveis para atender os grupos.

Raio X do turismo
A Amturvales realizou entre maio e outubro o diagnóstico do turismo regional. Três turismólogas da entidade visitaram 39 municípios para avaliar as potencialidades e deficiências de cada localidade. Conforme o estudo, 31 cidades do Vale estão com a documentação em dia no Ministério do Turismo e, portanto, estariam aptos a receber recursos federais.

Ao todo, 34 agências de turismo estão registradas no Vale. Dessas 16 afirmaram ter pacotes ou ter interesse em oferecer roteiros regionais. Ao todo, foram identificados 60 alojamentos, entre hotéis e pousadas que resultam em 388 empregos diretos e 19 indiretos. Destes, 33 possuem condições adequadas de acomodações, enquanto os demais precisariam de melhorias.

Nossos empreendedores atendem o turista como uma pessoa especial, pois não temos turismo em massa.” – Tatiane Gärtner, Empreendedora

Foram visitados 283 empreendimentos no ramo da alimentação, que geram 1,8 mil empregos permanentes e 400 temporários. No total, foram identificados 396 atrativos turísticos na região, divididos em atrações naturais culturais e privadas, dos quais 177 estão prontos para receber turistas.

Cada município receberá um diagnóstico detalhado sobre suas potencialidades e pontos a melhorar. A intenção é criar um plano de turismo para cada uma das cidades, e integrar todos em um plano regional.

De acordo com Rafael Fontana, o diagnóstico resultará em ações já para 2018. Uma das propostas é a ter uma operadora regional de turismo, por meio da Amturvales ou de uma instituição privada.

As pessoas são atraídas pelo encantamento das coisas simples do interior.” – Alício de Assunção, Empreendedor

“Também precisamos de um aplicativo de turismo regional, um portal para o setor e presença nas redes sociais”, aponta. Um dos pedidos da rede hoteleira, lembra, é a criação de um display onde se possa colocar os folhetos com os atrativos, além de cartões de produtos e serviços regionais.

Outra iniciativa em avaliação é um plano de divulgação do turismo regional nos meios de comunicação locais, além da elaboração de material impresso com informações do setor.

A partir de janeiro, a intenção da Amturvales é implementar roteiros de caminhadas auto-guiadas em cada município, por meio de uma parceria com o Passeios da Colônia, sem custo para as prefeituras.

]]>
Vídeo institucional do APL Agroindústrias do Vale do Taquari Mon, 09 Oct 2017 11:03:15 -0300 http://codevat.org.br/noticia/visualizar/id/242/?video-institucional-do-apl-agroindustrias-do-vale-do-taquari.html http://codevat.org.br/noticia/visualizar/id/242/?video-institucional-do-apl-agroindustrias-do-vale-do-taquari.html Governo reage para frear importação Tue, 12 Sep 2017 14:48:15 -0300 http://codevat.org.br/noticia/visualizar/id/239/?governo-reage-para-frear-importacao.html http://codevat.org.br/noticia/visualizar/id/239/?governo-reage-para-frear-importacao.html A mobilização dos representantes do setor leiteiro começa a surtir efeito. Na terça-feira, o ministro da Agricultura e Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, sinalizou a criação de cotas para importação de leite do Uruguai, apontada como um dos principais motivos para a crise enfrentada pelos produtores.

O assunto será abordado por Maggi em encontro com o ministro da Pecuária, Agricultura e Pesca do Uruguai, Tabaré Aguerre, na próxima semana. Conforme nota do Mapa, o acordo de cotas será semelhante ao que está em vigor nas relações comerciais entre Brasil e Argentina.

Na terça-feira, 22, o ministro se reuniu com representantes da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), que apontaram sugestões sobre o tema. Uma das propostas é de alterar a Instrução Normativa nº 11/1999, proibindo a compra para programas governamentais de produto lácteo não embalado no estabelecimento de origem.

Dados da OCB mostram que o Brasil foi destino de 86% do leite em pó desnatado e 72% do integral produzido no Uruguai em 2017. No primeiro semestre, 41,8 mil toneladas de leite em pó entraram no país. Entre os motivos para o volume, estão a tarifa zero e a ausência de uma política de cotas.

Presidente do Codevat, Cintia Agostini afirma que a reação do governo é reflexo do movimento realizado pelos líderes das regiões produtoras. Segundo ela, a repercussão no RS e em Brasília fez os governos se sensibilizarem com o tema.

“Estamos contando com respostas positivas do Estado e da União”, relata. Conforme Cintia, são aguardadas tanto ações imediatas para frear a crise quanto o anúncio de políticas públicas capazes de contemplar de forma adequada os produtores vinculados às cooperativas.

Na esfera estadual, um dos motivos apontados para o aumento da importação de leite em pó foi a promulgação de dois decretos que reduziram a alíquota de ICMS do produto vindo de outros países. O primeiro deles (53.059) reduziu a alíquota do ICMS sobre importações de 18% para 12%. Informações de bastidores apontam para a chance de revogação dos decretos por parte do Piratini.

Preço em queda

O valor de referência do leite para o mês de agosto sofreu queda de 4,22% na comparação com julho, fechando em R$ 0,90. Os dados foram anunciados pelo presidente do Conseleite, Alexandre Guerra.

Segundo ele, os números reproduzem o momento de mercado com margens mínimas no setor industrial. Afirma que o RS vive seu pico de produção, mas está com estoques baixos tanto na indústria quanto no varejo.

“Batemos no fundo do poço. Agora é preciso dar início a uma retomada”, assinala. Guerra ressalta a importância de pleitear apoio ao governo para inibir as importações de cargas do Uruguai, além de estimular as compras governamentais.

Assessor da política agrícola da Fetag, Márcio Langer afirma que o resultado é um dos piores já apontados pelo Conseleite. “É uma situação que desestimula a produção”, aponta. Segundo ele, o setor teme a possibilidade de novas quedas no preço pago aos produtores.

Expectativa na Expointer

No sábado, 26, Blairo Maggi estará na abertura da 40ª Expointer, em Esteio. A expectativa é de que o ministro anuncie medidas em defesa dos produtores de leite. A crise no setor será um dos principais assuntos debatidos durante a maior feira do agronegócio do RS.

Na terça-feira, 29, o evento recebe a primeira reunião do Grupo de Trabalho criado pela Assembleia Legislativa para tratar sobre as importações. Na quarta-feira, 30, haverá manifestação de produtores.

Para Cintia Agostini, a Expointer é simbólica, por ser o principal evento voltado para o agronegócio no estado. “Estamos em um momento em que a cadeia leiteira está muito fragilizada e precisamos mostrar essa realidade também para os consumidores.”

]]>
Comitiva apela ao governador para defender produção Tue, 12 Sep 2017 14:39:03 -0300 http://codevat.org.br/noticia/visualizar/id/238/?comitiva-apela-ao-governador-para-defender-producao.html http://codevat.org.br/noticia/visualizar/id/238/?comitiva-apela-ao-governador-para-defender-producao.html Crédito: Karine Viana/DivulgaçãoRepresentantes do Vale do Taquari e o deputado Alceu Moreira se reuniram com Sartori no Palácio Piratini
Representantes do Vale do Taquari e o deputado Alceu Moreira se reuniram com Sartori no Palácio Piratini

Líderes da região se reuniram na manhã de ontem com o governador José Ivo Sartori para discutir medidas capazes de frear a crise do setor leiteiro. O encontro foi acompanhado pelo deputado federal Alceu Moreira (PMDB) e pelo chefe da Casa Civil, Flávio Branco, e resultou na articulação de uma reunião com o ministro da Agricultura Blairo Maggi.

Participaram o presidente da Amvat, Rafael Mallmann, o presidente do Conselho da Dália/Cosuel, Gilberto Piccinini, o presidente da Languiru, Dirceu Bayer, e a presidente do Codevat, Cintia Agostini. Conforme Cintia, a reunião cumpriu o principal objetivo, de sensibilizar o governador sobre as dificuldades enfrentadas pelos produtores.

Segundo ela, Sartori e Moreira se disponibilizaram em marcar e participar de uma audiência no Ministério da Agricultura para tentar barrar as importações de leite em pó do Uruguai, considerado o principal motivo para a queda no preço pago ao produtor.

05_AHORA

“Vamos articular com outros estados, pois não somos os únicos prejudicados”, ressalta. De acordo com Moreira, o Uruguai exporta mais leite para o Brasil do que o país produz, algo que poderia ser impedido pelo governo federal.

“Assim como impedem a entrada de leite da Argentina, deveriam impedir a importação do Uruguai”, acredita. Segundo ele, o produto importado entra no mercado e motiva a queda no preço. Dessa forma, alega, mesmo após cessar a compra de leite de fora, os importadores continuam pagando menos para os produtores.

“São alguns importadores que se aproveitam dessa fragilidade”, aponta. Para o deputado, apesar de o problema afetar todos os estados, os produtores gaúchos enfrentam maior dificuldade, pois o consumo no RS absorve somente 40% do total produzido.

“Os outros 60% precisam ser vendidos para fora e como estamos na ponta do país temos que pagar frete para alcançar os grandes mercados consumidores”, ressalta. Além disso, aponta, os produtores do RS também realizaram grandes investimentos em qualidade genética, manejo e maquinário.

“Com certeza tem como reverter essa crise, pois já fizemos isso outras vezes”, alega. De acordo com o deputado, outra questão é tentar, de alguma forma, proteger as cooperativas pela assistência técnica e extensão rural que dão para o pequeno produtor.

Sindilat em Brasília

Secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini representa o setor lácteo em audiência pública na Câmara de Deputados, em Brasília. O encontro foi solicitado pelo deputado Domingos Sávio (PSDB/MG).

Política de Estado

Outro assunto abordado na reunião foi a criação de uma política pública voltada para as cooperativas em âmbito estadual. Conforme Cintia, o chefe da Casa Civil assegurou a criação de um modelo que impeça a perda de competitividade devido aos investimentos em extensão e assistência técnica.

Nesta quinta-feira, 17, a Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembleia Legislativa debaterá o tema com o secretário de Agricultura, Ernani Polo. Os impactos no preço do produto causados pela importação também serão tratados na Expointer.

Thiago Maurique: thiagomaurique@jornalahora.inf.br

]]>